Enem 2018: alimentação correta ajuda o aluno a ter boa memória; veja dicas

Nutricionista comenta mitos e verdades sobre a melhor forma de comer durante a preparação para a prova
Ninguém quer ficar em desvantagem com relação à concorrência na hora do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2018), que vale vaga na universidade. Enquanto você está na cozinha, alguém está com a apostila na mão, fixando aquele assunto.

Perder tempo para alguém que está se preparando para as provas pode significar ficar de fora do tão sonhado tão sonhado ensino superior. E é aí que os alimentos de fácil preparo, ou aqueles ultraprocessados, como macarrão instantâneo e biscoito recheado, acabam sendo a opção dessa turma.

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Na verdade, esses alimentos, ricos em açucar, sódio e gorduras saturadas, só atrapalham. E se você for daqueles que só estudam mastigando alguma coisa, é melhor ir parando. Isso porque, segundo a nutricionista Eneida Bonfim, o cérebro até pode ficar atento às duas atividades, mas por pouco tempo. Mastigar o salgadinho pode, por exemplo, roubar a sua atenção.

Por isso, as refeições sempre devem ser feitas antes da leitura e, de preferência, com alimentos saudáveis, como frutas e verduras, sem se esquecer, é claro, do feijão com arroz.

Entrar em uma dieta na véspera ou no dia do exame não é uma boa ideia – melhor deixar para fazer isso depois de novembro. De acordo com Eneida, o corpo precisa de um tempo para se adaptar a uma nova alimentação e isso pode afetar o cérebro. A falta de alguns alimentos também pode atrapalhar a concentração.

Enem 2018: alimentação correta ajuda o aluno a ter boa memória; veja dicas
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